Há 117 anos nascia em Itabira, Minas Gerais, Carlos Drummond de Andrade, grande poeta brasileiro do século XX. Influenciado pelo movimento modernista, sua obra segue a libertação proposta por Mário de Andrade e Oswald de Andrade ; com a utilização do verso livre, sem dependência de um metro fixo. Em 1928, Drummond publicou o poema No Meio do Caminho , na “Revista de Antropofagia” de São Paulo, uma verdadeira provocação, propondo o rompimento com os padrões estéticos até então cultuados. Foi tema do enredo "O Reino das Palavras" da Escola de Samba Mangueira em 1987, com o qual a agremiação sagrou-se campeã. DifÃcil escolher um poema dele para publicar aqui dentre tantos incrÃveis! Então publicarei um dos meus preferidos, que fala sobre o amor e seu poder transformador de um jeito leve e divertido. O Amor Bate na Porta Cantiga do amor sem eira nem beira, vira o mundo de cabeça para baixo, suspende a saia das mulheres, tira os óculos dos homens, o a...
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Mostrando postagens de outubro, 2019
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Cora Coralina , poetisa brasileira, é a prova viva de que o ser humano pode reescrever sua história com qualquer idade. A vida é para ser vivida em sua plenitude, independente dos anos percorridos. Considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais), perto dos seus 76 anos de idade. Mulher simples, começou a escrever textos com 14 anos. Ela contava que, ao completar 50 anos passou por uma profunda transformação interior, "a perda do medo", e escolheu ser chamada de Cora Coralina, pseudônimo adotado quando jovem (seu verdadeiro nome era Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas). Seus poemas relatam casos do cotidiano e do interior do Brasil, especialmente da história de Goiás, onde viveu a maior parte de sua vida. Faleceu em 1985, aos 95 anos, de pneumonia. Sua casa na Cidade de Goiás foi transformada num museu em homenagem à sua história de vida ...
Será?
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Não tenho conseguido postar com frequência... pra variar muito trabalho, pouco tempo, sempre na correria... Mas é a vida né? Como costumo dizer, rodinha no pé, e vamo que vamo, enquanto a gente tem lenha boa pra queimar... Hoje sexta-feira, bateu uma saudade das amigas de muito tempo, que alegram meu coração com suas histórias, piadas e risadas. Já faz alguns anos que não marcamos nosso divertido encontro anual e ultimamente tenho sentido falta dessas figuras tão diferentes entre si e tão queridas Num dia como hoje (não lembro o ano), costurei uma rimas pensando nelas... e ficou assim: Será? Será que é azul? Será que é cor de rosa? Ou um sanhaço ligeiro Que voa cheio de prosa? Será que é alegria? Será pura ilusão? Ou estavam aquelas meninas Unidas na mesma emoção? E as borboletas então? Será que pousavam nas flores Ou paravam na palma da mão? Umas rosas, outras azuis, Algumas claras, nuance lilás As bonitas com batom vermelho As amarelas e verdes, oferece...